domingo, 11 de maio de 2008

Minha primeira vez: Fui macho e fêmea.


Estava uma noite como outra qualquer.
Depois de um dia osso de vendas, fui para o hotel, tomei banho e me
deite vendo a televisão. Canal pra lá, canal prá cá bateu um tédio de
amargar. Decidi me arrumar e fui para a sala de jantar.
Lá, bem sério, arrumei a minha comida e me pus a ver o jornal nacional.
De repente entra um casal, vestidos de forma casual, porém com muito bom
gosto.

Ela, uma loura alta (pelo menos para mim que teho 1,75m). Bem gostosa,
cabelos longos, grossos, devia ter uns 28 anos, já que é difícl
precisar idade de gringas. Uma mulher bem gostosa, de jeans tipo
saint-tropé, com uma camiseta sem mangas, e sem sutiã. Dava pra ver
aqueles peitões bicudos, todos eriçados pelo ar-condicionado do
ambiente.

Completando o traje, uma sandalinha de salto alto, sem amarras. Adorei aquilo. A mulher era toda grandona: mãos grandes, rosto grande (mas muito bonito, com um par de olhos azuis) , pernas longas, bunda grande e bem-feita, e... PÉS ENORMES!!!

Fiquei um tempão admirando aqueles pés. Os detalhes dos dedinhos longos e gorduchinhos, com unhas pintadas de vermelho bem clarinho, constrantando com o acobreado daquela pele. O calcanhar vermelinho, grande, a pele dos pés meio umida.

Me deu um tesão danado. Ele, um americanão clássico, tipo ator
de filme. Forte, musculoso, braços bem definidos, daqueles que saltam
as veias. Peito bem malhado, moreno, olhos azuis, bem alto (uns 1,90).

Voltei a ver a TV, mas reparei que tinham um sotaque estranho. De fato,
eles não falavam bem português, e começaram a conversar animadamente
(em inglês), ela dando gargalhadas altas, não ligando para o povo que
ali estava. O olhar de reprovação foi geral, gente bem incomodada,
cochichando "... estes caras acham que estão na terra deles." Não me
liguei na xenofobia.

Como falo inglês fluente, dei um jeito de me aproximar da dupla. Comecei a falar com o cara primeiro, é óbvio. O cara tinha uma empresa de viagens, e veio para entender a cidade, pois estava querendo promover viagens como pessoal do vôo-livre e outros esportes radicais.

Da conversa inicial ficamos muito íntimos. Roger e Katie demonstraram
ser pessoas muito de bem com a vida. Ele com 32 e ela com 28. Casados,
sem filhos e situação financeira resolvida.

Depois do jantar, fomos conversar mais um pouco. Ele me perguntou o que
se fazia naquela quinta-feira na cidade. Quinta-feira é o "dia do
vendedor", e sempre tem opções. Perguntei do que eles gostavam. Me
disseram que gostariam de ver algo diferente. Levei-os até uma casa de
forró que tem aqui. Estava bem movimentada, com todas aquelas
universitárias gostosas e liberais que só a noite tem.

Pegamos uma pequena fila, eu de intérprete o tempo todo. Entramos. No princípio eles ficaram meio que na deles, sérios, analisando o ambiente. Reparei
o cenho franzido de Roger, e perguntei o que se passava. Ele estava
preocupado com segurança, meio noiado, achando o ambiente carregado. Eu
o tranquilizei. Ali estavam pessoas de todos os níveis, porém a maior
parte era de gente de situação social boa. E apontei os seguranças
(cada negão de dar medo).

A partir daí, foi só farra. Forró comendo solto, casais dançando
valentemente, muitas meninas dançando compassinhos ensaiados. Reparei
que Katie gostou muito de um casal de meninas que dançavam juntas, com
passinho sincronizados.

Duas moreninhas gostosas, uma de cabelos lisos, outra os trazia encaracolados. Elas dançavam descontraídas, com a morena de cabelo liso fazendo a vez do "homem" do par. Roger Olhava o ambiente de maneira bem ampla, sem se deter em detalhes. Com a insistência do olhar de katie, acabei prestando atenção no casal de meninas. Saquei logo que eram "sandalinhas", ou então amiguinhas bem íntimas como é comum na geração de hoje.

A moreninha de cabelo encaracolado se permitia cada vez mais, encoxando a outra (as duas de vestido). Aquilo era vestido para todo lado, revelando tanguinhas bem enfiadas no rego, coxas grossas e gostosas, com pelinhos alourados.

Detalhe: calçavam sandalias de salto médio que gostei muito. Katie
acabou chamando a atenção de Roger para o casal. Fiquei na minha,
imaginando quem atacar naquela noite.

Começamos tomando cerveja, depois Roger pediu um uísque. Sugeri
caipirinha. Aí a coisa pegou. Bebiam caipirinha como se fosse limonada.
Katie foi ficando alegrinha, Roger se soltando, começando a reparar nas
pessoas. Pareceu gostar de um moreno claro (bem gostoso por sinal), que
não era muito malhado, mas tinha um charme incrível.

Fomos para a pista, e eles pagaram aquele mico que só americano sabe
pagar quando tenta dançar música brasileira. Katie me pediu para
ensinar ela dançar. Peguei na cintura daquele monumento de mulher, já
gostando do perfume que ela usava. Foi muito difícil, mas apliquei a
tática do dois prálá, dois prá cá e a coisa foi fluindo.

A galera começou a sacar que eram gringos e se aproximaram. Meninas se
aproximaram de Roger, que já estava doidão. Katie parecia não ligar. No
encontrões que dávamos, sempre encoxava aquela gostosa (e que coxas
firmes e macias). Dançávamos sem parar.

Eu já doido para atacar alguém, porém a gringa não me soltava. De repente, apalpou a minha bunda (bem gostoso por sinal) sem o menor pudor. Porfim segurava acintosamente.

Resolveu dar umas voltas segurnado a minha mão. E começou a dançar de
costas para mim. Com um medo danado do grandalhão, fui sacando ele, que
não estava nem aí para mim. Já se agarrava com as meninas, tentava
bolinar elas, elas evitando, mas continuando a dançar com ele. Até que
ele deu um jeito de se aproximar do gostoso que ele secava.

Eu já estava coladinho na bunda gostosa da gringa, dançando um forró lentinho. Já apalpava os peitões duros, já descia a minha mão para a virilha. Ela nem ligava. Até começou a empinar a bunda para eu encoxar direito. Roger cisma de tirar o cara pra dançar. Foi um micaço. O cara sorriu meio sem jeito e saiu.
Falei com Katie que era bom a gente ir
embora, pois estava tarde, o salão meio vazio. A parti dalí era só problema. O ambiente fica menos selecionado. Ela concordou. O cara deu um trabalho danado para ir pro carro. Cismou com o gostoso da pista.

Ainda bem que a mulher era forte e me ajudou. Roger estava bem
bebaço. Botamos ele no banco de trás e fui guiando para o hotel. No caminho fui perguntando que tal a noite, coisa e tal. Ela estava totalmente à vontade e sem o cinto de segurança, tirou as sandálias. Pôs um pé no banco, me deixando ver mais daquelas coxas grossas e musculosas.

Aquele pé ao alcance da minha mão me deixou fascinado. Fui
roçando nele, até fazer um carinho bem gostoso, rodeando o calcanhar, pegando nos dedinhos, um por um. Imaginando aquele dedão grande bem enfiado no meu cú.

Ela se recostou no banco, dizendo que a massagem
estava bem gostosa. Dirigindo o mais devagar que podia, fui acariciando o tornozelo, subi pela coxa, rodeei... rodeei... e, não encontrando resistência, resolver explorar a buceta dela. Ela estava sem calcinha a safada, depiladinha embaixo, com pêlos só no montinho.
Quando
acariciei bem de leve a bucetinha dela, a mulher gemeu baixinho, suspirando. Ela dormitava e eu ia explorando aquele corpão bem à vontade. Enfiei um dedo naquela bucetinha loira bem encharcada, até o fundo, com meu dedo médio. Katie acordou, pegou a minha mão, enfiou mais um dedo e me beijou gostoso, molhado, enfiando a língua na minha boca.

Eu estava com muito medo do cara. Apesar do lance gostoso no
forró, eu não tinha como saber a reação dele. A mulher era muito linda mesmo. Ela então começou a massagear a mira rola. Quando ficou dura, tirou para fora e caiu de boca.

Meu pau sumiu naquela boca grande. Ela
chupava meu pau com muita facilidade. Se encantou com o cheiro de suor. Cena inesquecível: eu guiando pela avenida, com uma puta gringa linda mamando em mim. Não gozei pois não sou fácil de gozar, me controlo bem.
Chegamos ao hotel. Levei os dois para o quarto. Colocamos o grandão na
cama. Ajudei ela a tirar a roupa dele. Cara, o gringo era muito gostosão, coxas musculosas, pés enormes, peito com poucos pêlos. Pela cueca eu pude ver um pauzão mole enorme, com bolas imensas. Katie me flagrou admirando o pintão do marido dela.

Eu procurei disfarçar. Disse
que eles estava bem, eu ia para o meu quarto. Ela me agradeceu e me disse para pegar alguma coisa no frigobar, que ela ia tomar uma ducha rapidinha.

Me pediu para esperar um pouco, pois Roger não gostaria de
acordar e não me ver ali. Ficaria confuso, e sentiria mal-agradecido. Peguei uma latinha de coca e fui pegar o controle da TV. Katie começou a se despir na minha frente, sem o menor constrangimento.

Que mulher!
Que corpo!

Eu só tinha visto mulher daquele tipo nas páginas da
Playboy. Mas aquela gostosa era real. Pelada, com aquela bunda fantástica, coxas de atleta, pés lindos, se movimentando de maneira bem provocante e natural.

Katie entra no banheiro e deixa a porta
aberta. Fiquei vendo aquela tesuda tomar banho. Ela me olhava bem sacana. Passava o sabão pelos pentelhos, se virava em direção a mim. Ficou de costas e ensaboou aquela bunda linda. Eu ali, olho na mulher, olho no cara, com o pau tão duro que me dava vertigens.

Ela me pediu
uma toalha. Fui entregar. Ela já estava fora do box. Me pediu para enxugá-la. Comecei pelo rosto. E dava beijinhos naquela cara linda. Chupava os lábios grandes e carnudos; ora o de cima, ora o de baixo. Os bicos de seus seios saltaram de tão arrepiados e duros. Virei ela de costas e enxuguei as costas. Aproveitei para encoxar gostoso.

Com a
minha pica no meio das coxas daquela tesuda, sentindo a firmeza daquela bunda, quase gozei. Tive que me segurar, já que ela empinava o rabo e se esfregava em mim.

Virei ela de frente, me ajoelhei enxugando os pés,
que beijei muito, lambi todos os dedinhos (sempre pensando naquele dedão no meu cú).

Subi pelas coxas até chegar ao seu quadril, enfiei a
língua naquela bucetinha. Me espantei como uma mulher tão grande podia ter uma bucetinha tão pequenininha...

De lábios bem grossos, mas
fechadinha. Ela abriu aquela xaninha gostosa, de onde saía rios de líquido cheiroso e gostoso. Os lábios internos eram bem pequeninos, não fechando completamente o buraquinho. O seu grelinho era bem grandinho, com a ponta parecendo um cacetinho em miniatura.

Não resistindo à
comparação, chupei aquele pauzinho de mulher com a minha língua bem molhada. Ela arregaçava a bucetinha, se jogava na minha boca, rebolava, começou a xingar palavrões em inglês... até que gozou gostoso na minha boca.

Fiquei muito orgulhoso. Sou capaz de chupar uma buceta por horas.
Adoro. Bem carinhosamente ela me levantou, me beijou. Tirou o meu pau para fora e meu chupou gulosamente. Queria que eu gozasse na cara dela. Eu não estava afim de gozar. Queria era comer ela, a bucetinha e o cuzão bem desproporcional à bucetinha. Uma coisa rosada, de couro grosso, que se abria quando excitado. Arriei a minha calça e me preparei para comer ela gostoso. Ela deu sinal vermelho. Me disse que eles gostavam de aventuras, mas era fiel ao marido, nunca transando sem a presença dele. Pirei né!! Porra, uma macho grande daqueles, como eu iria enfrentar? Fiquei com medo. Ela riu meio sacana e me disse que havíamos ficado amigos, que o Roger era um cara legal e tal. E sugeriu que fôssemos falar com ele.

Ainda peladinha ela se aproximou da cama onde ele
dormia. Eu me vesti logo e botei uma cara bem séria. Sei lá!!. O cara porém roncava solto, de bruços, de cuecas, todo largadão.
Ela deitou ao lado dele e me fez sentar na cama. Começou a fazer
carinho nele. Eu me estirei ao lado dela e comecei a desfrutar daquele pomar que era o corpo da mulher. Enquanto ela distribuía beijos naquele peito forte, beijava aquela boca adormecida, fazendo carinhos no pau dele por cima da cueca, eu já estava lambendo o cú dela. Colei a minha cara na bunda dela e fazia movimentos de penetração naquele cuzão.

Ele
se abria, piscava, ela endoidando, já tirou a pistola mais linda do mundo da cueca e começou a chupar aquilo tudo. Metia tudo na boca, se detia na cabeçorra, deslizava a língua pelo cacete todo. Depois segurava e lambia os bagos. Ele só suspirava e arfava, mas nada de acordar.

Eu lá, ainda dando um trato no cú dela, que se abria cada vez
mais, até que consegui enfiar um pouco da língua. Aquilo fez com que Katie bolinasse seu pintinho de mulher até gozar bem gostoso, com a piroca linda de Roger até a garganta.
Pensei: Foda-se, o cara apagou, não vou ficar na seca. Vou comer
esta mulher de qualquer jeito.

Já refeita ela alisava aquela pistola
bem devagar, carinhosa, e ficou me perguntando se eu achava a pica dele bonita. Depois ficava elogiando o marido. Que pinto bonito, que boca gostosa, que coxas, que bagos generosos, e tal. Eu fiquei meio sem jeito, pois achava aquilo tudo delicioso. Meu cú já estava meladinho de vontade de levar rola, meus bagos já doíam de vontade de gozar. Mas nunca tinha transado com um casal. Ela me perguntou se eu queria comê-la. Eu disse que sim. Ela então me disse que teríamos que transar os três. Eu falei que o cara estava dormindo. Ela disse que não importava. Ele tinha que participar.
Começou a me beijar gostoso. Chupou devagar meu pescoço, mordiscando de
leve, até chegar nos meus mamilos. São o meu ponto fraco, coisa que ela sacou logo, demonstrando experiência de puta vivida. Lambia um e dava apertões no outro, intercalava os dois na chupada. Depois sugava com força, me levando ao delírio. Eu gemia bem descontrolado, bem dengoso.
Ela chupou meu pau e me deu um beijo na boca, enfiou o dedo médio na
boca e me deu para chupar, dizendo para lambuzar bem. Achei que ela ia enfiar aquele dedo nela.

Apertando gostoso um mamilo enquanto sugava
com força o outro, ela enterrou aquele dedo de uma vez no meu cú sedento. Eu quase gozei. Ela não parava de me chupar, de apertar os meus mamilos e nem de enfiar os dedos no meu cú, que há estas alturas, eu já expunha todo, com a pernas abertas, bem safado, bem puto.

Como
viu que eu não gozava, ela propôs que acordássemos Roger. Ela alisou os cabelos dele e me pediu para fazer o mesmo. Tudo o que fazia me pedia para fazer. Beijou apaixonada a boca dele, eu beijei gostoso aquela boca, que cheirava bastante a álcool. Chupamos os mamilos deles, um de cada lado. O umbigo dele foi explorado pelas nossas bocas. Nossas mãos se intercalavam naquela rola gostosa, que estava sempre duríssima, apontando para o teto. Que caralhão!!! Devia ter mais de vinte cm por uns 5 de rôdo.

Eu já não aguentava mais. Ela, com muita facilidade, me colocou deitado em cima dele e começou a passar o caralho dele nomeu rego. Tentei resistir, mas aquilo estava bom demais. Então ela chupou meu cú bem gostoso, enfiando uns dedos dentro. Pôs uma camisinha nele e me pediu para relaxar o rabo.

Decidido, assumi a situação. Se aquela puta queria
me ver dando para o gostoso dela, ia ser do meu jeito. De frente para ele, alisando aquele peito delicioso, fui sentando naquela pica bem lentamente. Ela me beijava o tempo todo, me chamava de gostoso, viado, puta sem-vergonha, devasso, bicha. Eu perdi o controle, pois me sentia uma vadia, uma bichinha safada. Atolei aquele verga gostosa no cú até sentir as bolas imensas na minha bunda.

Cavalguei gostoso, pulei em
cima daquilo, fazia movimentos de vai-e-vem com a bunda toda empinada, inclinado sobre o peito dele. Esta posição me excitou bastante, senti a minha rola estremecer. Ia gozar. De olhinhos fechados, com a mais pura expressão de viadinho, me preparei para gozar com aquela piroca deliciosa toda enfiado no rabo.

Senti um tapa tão vigoroso na cara que
quase desmaiei de susto! Katie, transtornada, me dizia que não ousasse gozar sozinho naquela pica que era dela. Me disse para tratar aquele pau bem gostoso. Roger ia gozar primeiro!
Senti umas mãos imensas me rodeando a cintura, a pica me invadindo as
tripas numa enfiada que me cortou o fôlego. Ele estava acordado e metia com toda força no meu rabo.
Até aquele momento, devido ao tesão
que sentia, do inusitado da situação, não senti dor. Dalí para frente, eu senti uma dorzinha gostosa, que aumentava muito quando ele metia tudo, sem dó e parava com tudo dentro. Senti uma dor por dentro da barriga.

Ele estava acordado e metia com muito vigor. Eu já não estava
dando conta. Meu pau amoleceu, minha tesão começou a sumir. Tentei assumir o controle de novo.

Outro tapa violento na minha cara. "Fica
parada, bicha safada, meu macho vai te tratar com uma mulherzinha vagabunda que você é!" E me segurou. Eles eram muito fortes.

Me
entreguei à situação. Me dava um orgulho danado sentir aquela pistola enorme e gostosa me invadindo. Estava sendo estrupado e gostava. Ele demorou um pouco para gozar.

Quando gozou, Katie explodiu num gozo da
siririca que tocava, gritando, xingando, uma coisa que deve ter acordado o hotel todo. Me debrucei sobre Roger e beijei a boca dele com muita vontade.
Não era eu, era uma mulher dentro de mim que satisfazia o
macho dela em todos os sentidos. Ele adorou o beijo. Fiquei deitado no peito dele até aquela rola deliciosa murchar e sair do meu cú.
Dormi um pouco, Roger também.

Acordei com a Katie me fazendo
carinhos, pedindo desculpas, e me agradecendo por fazer o macho dela feliz. Ela não aguentava a pica dele na bunda, mas gostava de ver ele comendo outras bundas.
Os carinhos dela me fizeram ficar excitado. O meu rabinho doía um
pouco, mas estava feliz. Depois de uns amassos bem gostosos, debaixo dos olhares dele, que ao nosso lado me fazía carinhos de uma maneira bem masculina que me deixou louco, Katie me disse que eu podia escolher como queria comer ela. Fazer o que queria, por na bunda mais gostosa, mais perfeita e maior que havia visto até hoje. Ela sorriu, olhou para o meu pau e disse:

"... para sua sorte, adoro dar o meu rabinho, e o seu pau
é do tamanho ideal para comer um cú."

Ela virou aquele corpo de sereia
nórdica de lado. Eu lambuzei aquele cuzão todo com saliva, pus uma camisinha e meti gostoso, de uma vez. Entrou fácil, porém ela contraiu e ficou bem apertadinho. Eu metia gostoso, levantando uma perna dela para enfiar melhor.

Me arqueava um pouco sobre ela, que bem submissa
aceitava meus arremessos deitadinha, com a cabeça no colchão, olhos fechados,suspirando e alisando a bucetinha.

Roger ficava me alisando as
costas em silêncio. Katie disse em voz alta: "... fode ele agora! Roger me segurou firme e começou a meter aquela jeba enorme, tesuda, pulsante, arroxeada, dura como ferro, no meu cú. Eu fui ajudando, relaxando, forçando as pregas para fora para facilitar a penetração.
Não queria sentir dor, porém aproveitar ao máximo aquela situação nova
para mim.

Como ele comeu gostoso!!!

Sem pressa desta vez. Intercalando
as minhas investidas no cú da mulher dele com as dele no meu rabo. Me senti tão usado, abusado e entregue, que não comandava mais as metidas. Roger comia Katie através do meu cú. Eume entreguei bem safado, sentindo meu corpo manipulado por aquele gigante tesudo que me comia com bastante experiência. Meu gozo foi chegando lentamente.
Fechei os olhos e me senti voar. A porra dele chegou primeiro, me
inundando o cú de puta. Gozei a seguir. Katie também gozava, gritando que amava Roger, que morria por ele.
Dormimos agarradinhos, de ladinho, eu de sanduíche para os dois.

Acordamos, tomamos banho a três naquele box apertadinho, brincamos
bastante, mas sem sexo. Descemos para tomar o café da manhã com a maior naturalidade. Os outros hóspedes nos ouviam falar em inglês alegremente, e me tomaram como mais um gringo. Foram mais dois dias inesquecíveis, onde tive a minha vingança e fiz aquele grandalhão de minha putinha sob os olhos da mulher dele.

Mas isto eu conto em outra oportunidade.

Sou moreno, 44 anos, físico bom. Não bebo álcool, apesar de fumar. Pau
médio, uns 17 cm acho, por uns 4 de rôdo. Depois desta experiência me afeiçoei por transar com casais. Minha mulher não sabe de nada.

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