sexta-feira, 9 de maio de 2008

O marido da bunduda é corno


A bunduda me disse que estava na hora de trair o marido e eu perguntei por que. “Ah! Não sei... só sei que está chegando a hora de trair meu marido.” e me explicou que revelava aquele desejo porque tinha confiança em mim. E, por causa dessa confiança, queria propor botar chifre no marido me tendo como parceiro. É claro que concordei. Como recusar? Adoro comer mulheres comprometidas, me excita saber que alguém está levando um chifre enquanto como uma parceira. Além do mais, a Bunduda é interessante. Não só pela protuberância do traseiro, detalhe anatômico que lhe rendeu esse apelido. Ela - com aqueles lábios grossos - tem a boca perfeita para chupar uma piroca, uns peitinhos tesudos e coxas grossas. Bunduda é uma mulher que a gente não recusa e o marido dela já podia ir preparando a cabecinha porque o chifre estava a caminho.

Bunduda e eu fomos a um motel numa tarde de segunda-feira, o dia ideal para quem está traindo o marido. Quem desconfiaria de uma relação extraconjugal em plena segunda-feira, dia do bode?

Enquanto nos beijávamos na boca, Bunduda ia tirando a roupa. Os peitinhos dela eram maravilhosos sim e eu ia chupando cada biquinho com tanto carinho. Bunduda só repetia: “Chupa, neném. Chupa, meu neném.”. Sei lá... achei estranho ser chamado de neném mas respeitei a fantasia dela. Tirei a calcinha da minha nova amante e a xoxota era linda com uns pêlinhos bem cortadinhos. Mas é claro que minha maior curiosidade era a parte do corpo daquela mulher que lhe rendera o apelido.

A bunda dela é alguma coisa fora do comum. As curvas dos glúteos são perfeitinhas, a popinha tem maciez e a racha é robusta. Tanto que, para ver a olhota do cu, é preciso separar bem as duas bandas. Bunduda tem uma bunda linda mas me aguardava uma surpresa. Ela não dá o cu.

“Eu sei que, pelo tamanho da minha bunda; os homens sempre querem fazer anal comigo mas não gosto. – ela me fala – Não é prazeroso, me deixa mal. Meu marido vive pedindo mas, nas poucas vezes; em que tentamos. Não rolou.”
O corno tinha aquela bunda maravilhosa na frente dele e não comia. Bunduda disse que eu podia brincar, beijar, passar a piroca na bunda dela mas ‘penetrar’ não.
Confesso que fiquei um pouco frustrado. Belisquei a bunda dela, beijei, gozei em cima do bumbum...... depois, a nossa transa foi legal em tudo. O 69 que a gente fez, a penetração vaginal... tudo foi maravilhoso mas eu queria muito comer o cu da minha amante. Não vou insistir, quero comê-la outras vezes.

Hoje, eu sei que o marido da Bunduda é corno e, segredo mais íntimo do casal, o chifrudo não come aquela bunda.

Nenhum comentário: