
Fomos em quatro colegas de trabalho fazer um curso em Campinas. Eram duas mulheres muito bonitas, eu e outro colega. Depois de duas semanas voltaríamos. Na sexta á noite o marido de uma delas chegou para trazê-las. Eu sempre ia no meu carro. Resolveram ir a um restaurante longe do hotel onde ficamos, mas eu preferi ficar ali mesmo, sozinho. Fui ao bar perto de lá. Era freqüentado por operários, quase todos negros. Havia muito tempo não fazia sexo com homens e não agüentava de tanta vontade. Só não tinha coragem, pois a cidade em que morávamos não era muito grande e todos se conheciam. O preconceito era enorme.
Sentei-me perto da porta e tomando uma cerveja fiquei observando e sendo observado. Um dele me atraiu desde o começo. Era um pouco mais alto que eu, magro, mais novo. Estava acompanhado de outro, forte, alto, conversando e bebendo no balcão. Estava com medo, mas tinha que ser naquela noite, pois era a última, pois na manhã seguinte iria embora e não mais teria chance. Fui até o banheiro e na volta o mais novo me olhou fixamente. Retribui e voltei para a mesa. Ele veio com o copo e perguntou se podia sentar. Respondi que sim e começamos conversar. Depois de nos conhecermos, convidou o outro. Logo perguntaram se eu estava a procura de alguém. Disse que pela primeira vez fazia aquilo: ir a um lugar procurar alguém. "Faz anos que não tenho sexo com um homem e morro de vontade".
Convidaram-me para ir a um lugar que conheciam. Não aceitei e perguntei se tinha algum hotel lá perto. Fomos para um hotel barato, mas era seguro. Na ida um deles sugeriu que fôssemos a uma farmácia comprar lubrificante, pois se eu não estava acostumado ia doer. Aquilo me excitou e amedrontou ao mesmo tempo. A recepcionista olhou desconfiada e disse: para o que vocês querem tem um quarto no fim do corredor, e não façam muito barulho.
Era uma mulher de uns quarenta anos, gorda, com peitos grandes e caídos, traços grosseiros e de estatura média. Quando entramos e começamos a nos despir, eu já estava explodindo de tesão, ela bateu na porta para entregar toalhas e dizer que o banheiro era ao lado. Vi o mais novo nu, com o pênis duríssimo. Era comprido, fino e muito atrativo. Acariciei, ajoelhei e comecei a beijá-lo. Depois chupei bastante, engoli todinho. O outro mandou parar e sugeriu que ele me penetrasse primeiro para me deixar bem relaxado. "É mais fino e depois você agüenta o meu". Olhei e assustei. Era enorme, grosso, muito duro. Lubrifiquei-nos e fiquei de quatro na cama. Ele entrou com cuidado até sentir minha bunda encostada nele e começou a estocar. No começo foi devagar, mas quando o tesão foi aumentando, aumentou também a força e velocidade, fazendo-me sentir dor e prazer.
Segurava forte minha cintura, dizia coisas que me humilhavam e excitavam enquanto entrava e saia com a força de um animal. Senti-me dominado quando ele segurou meus cabelos com força me mandando rebolar bastante, queria gozar muito na gostosinha. O outro vendo aquilo sentou-se com as pernas abertas em minha frente, com aquela coisa exagerada em minha boca. Comecei a chupar gostoso, sentindo-o todinho na minha boca. O que me possuía perguntou se era gostoso dar para dois. O outro riu dizendo que a mocinha não podia responder, estava com a boca cheia. Era humilhante, mas gostoso. Riram. Senti um jato forte de esperma, quente, entrando em meu corpo.
Não gozei mas estava quase. Ele se afastou convidando o amigo: pode meter que deixei a gostosa lisinha. Falou como se fosse meu dono (e naquela hora eram). Ele preferiu me colocar de costas e levantar minhas pernas. Segurou forte minhas coxas e entrou. Não teve tanto cuidado. Foi de uma vez, sem lubrificar. Apesar de eu estar todo lambuzado, ainda doeu. Quando disse ele mandou calar a boca. "Não gosto de bichas que reclamam". Enquanto estocava forte e apertava minhas coxas lisinhas, sem pelos, me chamando de gostosa, comecei a sentir uma sensação estranha, um calor gostoso percorreu meu corpo. Soltei o corpo e deixei fazer como quisesse. Parecia que queria invadir meu corpo todo e aquilo me levava à loucura. Gemi alto, pedi mais, queria tudo.
Um jato de esperma saiu de mim com força, chegando a uma de minhas coxas e na barriga. O outro já estava duro de novo e pedi para chupá-lo. Enquanto isso sentia as estocadas cada vez mais fortes. Gozou na minha boca e o outro, ao mesmo tempo, dentro de mim. Deitamos para descansar e me masturbei, gozei a segunda vez e disse que ia tomar um banho para ir embora. "Só vai na hora que os machos deixarem", falou o mais velho, com tom autoritário e cínico. "Vai tomar um banho para voltar limpinha para dar mais".
Só de cueca sai do quarto e fui me lavar. Sacanearam-me até as duas da manhã, de todas as formas, várias posições. Fui para pagar. A mulher olhou cínica e disse: quando quiser pode voltar para namorar, mas gema mais baixo - e riu maliciosamente.
Daquela noite em diante assumi. Não publicamente, mas nunca mais tive medo de fazer o que queria. Sempre que queria ia nesse bar e encontrava alguém. A recepcionista tornou-se minha amiga e ria quando eu chegava.

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