terça-feira, 13 de maio de 2008

Nós duas e ele no telefone


"- Amor, quer fazer uma loucura?" Era Calvin ao telefone.

" - Como assim?" perguntei. " - Estava teclando com uma mulher aí de BH. Ela meu deu o número do telefone. Você quer ligar pra ela?"

Imediatamente percebi o que ele estava querendo dizer. Sabia que essa seria a chance que esperava há tanto tempo para realizar uma de minhas fantasias sexuais e uma do Calvin também. Não relutei. Fui logo pedindo o número e ligando para a "Loura Sensual".

Helena, esse era o seu nome, tinha uma voz doce e suave. Conversamos longamente sobre várias amenidades até que resolvi perguntar numa direta:

-"Você é bi?"

Timidamente ela me explicou que sempre teve vontade e curiosidade de se relacionar com outra mulher mas nunca teve chance. Falou até que tinha várias amigas bissexuais e outras lésbicas, mas que nenhuma delas aceitou o convite para inicia-la nessa arte. Também expliquei que era iniciante e que, apesar de ser extremamente fogosa, nunca tive coragem para expressar meus desejos a outra mulher. Agora que havia conhecido o Calvin e, devido ao nosso relacionamento franco e aberto, tive a oportunidade de me abrir para viver essa experiência sem o medo de ser rotulada.

Gostamos tanto uma da outra que Helena me convidou para ir à sua casa ainda naquele dia. Confesso que fiquei meio receosa, mas Calvin me tranqüilizou e me encorajou a me arrumar e ir até lá. Antes ele só me fez um pedido: que eu ligasse para ele assim que chegasse no apartamento dela. Tomei um belo banho, coloquei uma roupa leve que combinava com o calor daquela tarde de primavera e lá fui eu ao encontro de Helena. Ainda estava no caminho quando Calvin e Helena me ligaram para saber se já estava chegando.

Estávamos os três muito ansiosos. Quando cheguei, Helena veio me receber na porta do prédio. Ela realmente tinha um belo corpo, como adiantara pelo telefone. Usava uma camisa preta transparente que realçava ainda mais o louro dos seus cabelos e uma calça de malha que contornava perfeitamente suas pernas torneadas. A ansiedade era perfeitamente visível em nós duas. Pedi um copo d'água e aproveitei para observa-la melhor enquanto ela se dirigia para a cozinha. Seu bumbum parecia delicioso. Ela disse que havia tomado uma dose de vinho para tentar se acalmar e encorajar. Parecia tão nervosa que jamais pensaria que seria ela quem fosse tomar a iniciativa. De repente, senti suas mãos puxando o meu corpo ao seu encontro num terno e aconchegante abraço. Como num passe de mágica, nossas bocas estavam se procurando para saciar a vontade de um ardente beijo.

Como são doces os lábios de Helena. Fomos para o quarto. Lá ela tirou a calça e a camisa, ficando só de calcinha e sutiã. Deixou a mostra seu corpo bronzeado. Perguntou se achava que o Calvin iria gostar dela. Respondi que não só ele, mas eu também. Ela me abraçou de novo e tirou as alças da minha frente única. Como foi bom sentir sua mãos tocando os meus seios. Depois de alguns minutos de carinho ela partiu para beija-los.

Um arrepio de tesão percorreu todo o meu corpo. Pedi para que ela se afastasse e assim eu pudesse mostrar o que os homens mais gostam em mim. Levantei a minha saia e mostrei a minha bundinha empinada com uma calcinha bem enterrada. Ela adorou. Nos beijamos de novo. Então me lembrei que era hora de cumprir minha promessa e ligar para o meu Calvin.

-"Amor, já estou aqui. Ela é realmente deliciosa. Tem um corpo fantástico. Você vai adorar beijar esses peitinhos gostosos."

-"Ah, que tesão. O que vocês estam fazendo agora. Me conte tudo."

-"Ela está me chupando. Ela tem uma língua deliciosa. Eu estou com os dedos na boceta dela, que está toda molhada de tesão. Ah amor, eu queria tanto que você estivesse aqui, participando dessa brincadeira comigo."

-"Eu também adoraria estar aí. Estou indo pra casa agora. Aproveite bastante que daqui a pouco volto a te ligar."

Não perdi tempo e segui as orientações do meu gatinho tarado. Caí de boca naquela boceta molhada. O clitóris dela é pequenininho, uma delícia de ser chupado. E quanto mais eu chupava mais ela pedia:

-"Isso, vai gostosa. Bate a língua. Ah, você sabe como fazer isso. Assim vai, enfia o dedo, enfia dois, três, quantos você quiser."

Ela não cabia mais em si de tanto tesão e eu também já estava em ponto de bala, pois estava me masturbando enquanto lambia aquela boceta gostosa. Helena se deitou de forma mais confortável e me colocou em cima dela, de forma que minha boceta depilada, lisinha, ficasse se esfregando na dela. Como era gostoso ter um clitóris junto ao meu.

A sensação é única. A essa altura do campeonato eu já estava quase gozando. Sempre gozo com muita facilidade e essa situação nova já fazia o orgasmo sair pelos meus poros. Então me deitei de costas e Helena começou a me chupar enquanto enfiava os dois dedos na minha boceta.

-"Goza vai, quero ter a sensação de fazer uma gata gozar na minha boca."

Eu rebolava feito uma louca, tocava os meus seios, apertava os mamilos, enquanto aqueles dedos carinhosos entravam e saiam da minha boceta gostosa. Sim, eu sempre me achei muito gostosa. Agora mais ainda. Não deu para segurar mais. Soltei um grito que pareceu ecoar por toda Belo Horizonte. Era o prazer que Helena estava me proporcionando... Relaxei alguns segundos. De olhos fechados eu não parava de pensar no Calvin. Como teria sido bom se ele estivesse ali compartilhando essas emoções com nós duas.

Mas agora era a vez de Helena gozar. Não me fiz de rogada, me encaixei entre suas coxas grossas e iniciei a chupada do milênio. Enterrava minha língua em sua boceta quente e úmida. Brincava com seu clitóris. Passava a língua no seu cuzinho. Perguntei se ela gostava de dar o cuzinho e ela disse que adorava. Falei então que o Calvin iria querer come-lo. Ela respondeu que daria tudo o que ele quisesse. Dizendo isso seu corpo caiu pesadamente sobre o meu. Helena estava gozando. Um gozo pleno e delicioso.

Nos vestimos e fomos para a sala conversar mais um pouco. O celular toca: era o Calvin, dizendo que estava na varanda da casa dele, completamente nu, se masturbando. Nossa fiquei molhada só de imaginar a cena. Enquanto ele se masturbava lá em São Paulo, Helena me abraçava por trás, tocando os meus seios, levantando a minha saia e se esfregando em minha bunda. Nossa, essa mulher é muito gostosa. Ia contanto tudo para ele, que se deleitava do outro lado linha, dizendo que estava quase enlouquecendo de tanto tesão. Pena que não pude ouvi-lo gozar, pois a ligação caiu. Coisas de celular. Voltei para casar feliz por ter realizado a minha fantasia e ter dado o primeiro passo para realizar a do Calvin. Em breve sairemos os três para uma fantástica aventura que, obviamente, será relatada aqui.

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